Responsáveis pela proposta de fusão do Pão de Açúcar e das operações brasileiras do varejista francês Carrefour fizeram uma ofensiva no Congresso para explicar a negociação para os parlamentares e tentar anular possíveis resistências à operação.
Representantes da empresa Estater procuraram líderes de partidos governistas e oposicionistas para defender o negócio. A Estater é uma consultoria financeira, conhecida por ser uma “butique de investimentos”, e que está por trás das grandes empreitadas da empresa de Abílio Diniz.
Representantes da empresa Estater procuraram líderes de partidos governistas e oposicionistas para defender o negócio. A Estater é uma consultoria financeira, conhecida por ser uma “butique de investimentos”, e que está por trás das grandes empreitadas da empresa de Abílio Diniz.
O BNDES
Segundo parlamentares, um dos principais pontos que a Estater tratou nesses encontros com os líderes foi a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na operação. A reação contra o uso de dinheiro do contribuinte no negócio foi imediata em vários segmentos econômicos e até mesmo dentro do governo. Por isso, o sócio da Estater, Pérsio de Souza, tratou de explicar que o BNDES não irá financiar a fusão, segundo relato dos deputados visitados. Ele teria argumentado que a participação da instituição seria por meio de uma sociedade com o BNDESPar, o braço de investimentos do banco de fomento.
Apesar desse primeiro contato com parlamentares, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), disse que a fusão deverá ser explicada para os deputados pelas partes envolvidas na operação
Segundo parlamentares, um dos principais pontos que a Estater tratou nesses encontros com os líderes foi a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na operação. A reação contra o uso de dinheiro do contribuinte no negócio foi imediata em vários segmentos econômicos e até mesmo dentro do governo. Por isso, o sócio da Estater, Pérsio de Souza, tratou de explicar que o BNDES não irá financiar a fusão, segundo relato dos deputados visitados. Ele teria argumentado que a participação da instituição seria por meio de uma sociedade com o BNDESPar, o braço de investimentos do banco de fomento.
Apesar desse primeiro contato com parlamentares, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), disse que a fusão deverá ser explicada para os deputados pelas partes envolvidas na operação
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