Os policiais em greve da Bahia explicam que mesmo com a decisão pela continuidade da paralisação, o Estado está tentando, de todas as maneiras, mostrar o enfraquecimento do movimento grevista. "Imprensa vendida. A gente fala e publicam outra coisa", dizem os manifestantes.
Em Salvador, a opinião dos grevistas é semelhante. Ao perceber a presença de jornalistas de fora do Estado, os grevistas afirmavam: "a imprensa baiana é que é mentirosa e está a serviço do governador". Enquanto isso, o repórter da emissora que veiculou a gravação em que o líder grevista, Marcos Prisco, aparece em uma suposta incitação de vandalismo, mantinha a distância de mais de 30 m do local onde os manifestantes estavam. (Fonte: Istoé)
De acordo com os grevistas, em Itabuna, os Oficiais tiveram que sair nas viaturas, para que a população “perceba que já está tudo voltando ao normal”. Na manhã deste sábado (11), foram oito oficiais divididos em dois carros para fazer rondas por toda Itabuna.
Os manifestantes afirmam que a verdade é que, até o momento, a greve continua nas principais cidades baianas, sem policiamento e sem segurança, prejuízos e medo.
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