Segundo a unidade de saúde, ela estava bem e precisou esperar as 24 horas recomendadas em caso de partos normais para receber alta. A mulher iria ter o primeiro filho. Ela chegou ao local por volta das 6h30 do sábado (26) e entrou em trabalho de parto na recepção. O provedor do hospital, que é administrado pela Santa Casa de Misericórdia, confirmou que não tinha obstetra na ocasião e que o salário dos médicos estão atrasados. "Há dificuldade de pagar o médico pelo valor que o SUS [Sistema Único de Saúde] vem pagando.
A gente não tem condições de cobrir todas as despesas do parto. Naquele momento, não tinha médico trabalhando", disse o provedor Aurelino Reis. O médico cirurgião Antônio Carlos, que atua na unidade, falou sobre o assunto. Quando ele chegou à unidade, às 10h, a situação já tinha ocorrido. "A paciente teve neném na recepção. Não tinha médico. Isso é um crime. O hospital não tem médico. Foi um caos geral, as pessoas ficaram traumatizadas. Um vexame. Dinheiro para a Copa do Mundo, para as empreiteiras, tem", criticou
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