Colecionar os cromos do álbum da Copa do Mundo de 2014 virou febre no mundo inteiro (Foto: Hailton Andrade/iBahia)
"Eu comecei em 1995, com o Campeonato Brasileiro. Naquele tempo para trocar só no bafo, levando para a escola. Quando era moleque o pai comprava, quando ficava muito pouco a gente pedia pelo correio, mas era mais difícil. Agora está muito fácil. Sem redes sociais a gente só tinha contato com amigos e amigos de amigos. Tem um grupo no Facebook, é bem simples, eu coloquei que hoje estaria na Federação, ia trocar com um amigo, e apareceram mais quatro pessoas. É só deixar o número do celular, do Whatsapp, conversar e marcar o lugar", explicou Igor.
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