O ex-médico, especialista em reprodução assistida, foi condenado a mais de 250 anos de reclusão por 52 estupros e quatro tentativas de abuso a 39 mulheres. Ele teve o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo em 2011.
Roger é suspeito de atacar as pacientes depois de sedá-las. Ele chegou a ser preso em 2009, mas foi liberado na véspera do Natal por conta de um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal, que permitia que o ex-médico respondesse a acusação em liberdade.
O habeas corpus foi retirado dois anos depois, em 2011, quando Roger tentou renovar o passaporte, sugerindo que deixaria o país. Por conta disso, um novo pedido de prisão foi decretado, mas o médico não se apresentou, passando a ser procurado pela polícia.
Roger entrou, inclusive, para a lista dos procurados da Interpol.
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