Identificada por uma assistente social como “Maria Aparecida”, ela teria morado em duas casas abandonadas, que foram destruídas, e foi parar em uma pedra na beira do rio. Mas ela quase morreu quando uma forte enchente atingiu a região. “Após ter sido salva, ela foi direto para o cemitério, onde mora até hoje”, contou um dos moradores ao site Itambé Verdade.
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