A investigação chegou à chamada Deep Web, uma área da internet que não é rastreada pelos navegadores comuns, na qual estão, entre outros, sites de intranet de empresas e corporações. A rede de pedofilia descoberta aproveitava a possibilidade de exibir e acessar imagens e trocar informações às escondidas nesse ambiente que também é conhecido como “internet invisível”. Foi a primeira vez que uma investigação feita na América Latina chegou à prática de crimes na Deep Web, algo que só havia ocorrido nos Estados Unidos e Inglaterra.
Entre os presos, estão um agente penitenciário, um seminarista e até um pai que planejava abusar da própria filha quando esta nascesse. "Ele disse que iria abusar da própria filha, e no momento da prisão, ele reconheceu isso em frente da esposa e de toda a equipe, foi uma coisa muito chocante. O nível de crueldade do que aparecia nesses vídeos e nessas fotografias chocam qualquer cidadão, até policial que está acostumado com isso pode passar mal", afirmou o superintendente da Polícia Federal do Rio Grande do Sul, Sandro Carion.
0 comentários:
Postar um comentário