A mãe compareceu à delegacia junto com o bebê, que nasceu no dia 1° de março e tem apenas 22 dias de vida. Segundo a delegada, a denúncia anônima informou que a "venda" teria sido por R$ 4 mil. Claudine Passos constatou que o nome do pai foi trocado na certidão de nascimento. Como justificativa, a mãe alegou que o pai biológico é um presidiário e que ela o substituiu com o nome de uma outra pessoa que conheceu na cidade de Alagoinhas para conseguir emprego.
"Na certidão, tem outro pai que não é o biológico. Ela foi passear em Alagoinhas e lá conheceu um homossexual. Ele teria sugerido a ela registrar o filho como sendo dele. Em troca, ele daria emprego para ela e uma amiga. Se houve pagamento, foi dele, que registrou a criança. Nós já checamos no presídio e ela costumava visitar um rapaz como sendo a sua esposa", explica. A delegada afirma que ela vai responder ao caso em liberdade.G1
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