
A criança lesionada continua internada no Hospital Regional Prado Valadares (HRPV) e seus irmãos foram entregues aos cuidados de parentes. Não há previsão de alta médica.
“O menino está bem, mas ainda precisa de cuidados médicos porque os curativos não foram retirados da mão”, informou, por telefone, a presidente do Conselho Tutelar local, Neusuíta de Jesus Souza Silva.
Falante e, agora, sorridente, o menino cativou pacientes e funcionários do hospital. “Ele chorou muito quando foi resgatado, no sábado, mas agora está tranquilo e diz não sentir mais dores”, contou uma enfermeira.
Segundo a conselheira, assim que a vítima receber alta, seu destino será decidido em conjunto com o Ministério Público Estadual (MPE) e Juizado da Infância e Adolescência. “Ele tem pai, tem parentes próximos e qualquer um deles pode assumir a guarda, menos a mãe, obviamente”.
O episódio que gerou a revolta da mãe aconteceu nas proximidades da Rua Miguel Gomes, no mesmo bairro. No depoimento ao delegado plantonista, a agressora fez questão de frisar que “castigara o filho porque ele apareceu em casa com um celular roubado da vizinha”.
Um psicólogo do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) fará o acompanhamento da criança, com apoio de equipes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. O atendimento também será estendido aos pais e irmãos.
De acordo com a presidente do Conselho Tutelar, apesar do drama familiar e humano em torno do caso, o episódio serviu para chamar a atenção da comunidade regional para as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia da entidade.
“Temos apenas cinco conselheiros para atender a uma população superior a 160 mil pessoas, sendo que os índices de violência contra a criança aumentaram, passando de um para três, quatro por dia”
“O menino está bem, mas ainda precisa de cuidados médicos porque os curativos não foram retirados da mão”, informou, por telefone, a presidente do Conselho Tutelar local, Neusuíta de Jesus Souza Silva.
Segundo a conselheira, assim que a vítima receber alta, seu destino será decidido em conjunto com o Ministério Público Estadual (MPE) e Juizado da Infância e Adolescência. “Ele tem pai, tem parentes próximos e qualquer um deles pode assumir a guarda, menos a mãe, obviamente”.
O episódio que gerou a revolta da mãe aconteceu nas proximidades da Rua Miguel Gomes, no mesmo bairro. No depoimento ao delegado plantonista, a agressora fez questão de frisar que “castigara o filho porque ele apareceu em casa com um celular roubado da vizinha”.
“Temos apenas cinco conselheiros para atender a uma população superior a 160 mil pessoas, sendo que os índices de violência contra a criança aumentaram, passando de um para três, quatro por dia”
fonte a tarde
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